Bienvenidos

Damos la bienvenida a quienes nos visitan. Nuestro propósito es ejercer la defensa y difusión de la tradición católica desde su principal baluarte: la Fraternidad Sacerdotal San Pío X. Especialmente cuando, una vez abiertos ciertos espacios de recuperación frente a la acción devastadora que siguió al Concilio Vaticano II, se ve hoy atacada por muchos falsos tradicionalistas (cismáticos, sedevacantistas, rebeldes sin causa) que pretenden disfrazar de celo apostólico lo que es verdadera deserción.


"La Tradición recibe la palabra de Dios, encomendada por Cristo y el Espíritu Santo a los apóstoles, y la transmite íntegra a los sucesores; para que ellos, iluminados por el Espíritu de la verdad, la conserven, la expongan y la difundan fielmente en su predicación".

(Catecismo de la Iglesia Católica, 81)


"Nuestra identidad es el único medio eficaz para ayudar a la Iglesia a restaurar la Cristiandad"

(Mons. Bernard Fellay, 16 de Julio de 2012)

EN RECUADRO

QUE NO NOS ESCANDALICE LA PASIÓN DE LA IGLESIA


La vemos desfigurada, cargando la cruz y coronada de espinas.

Escarnecida por el mundo y traicionada por muchos que visten de blanco, de escarlata, de negro, de jean.

Pero es la Iglesia, y por eso debemos ver en ella a Nuestro Señor Jesucristo que revive la Pasión en su Cuerpo Místico.

Más que nunca permanezcamos fieles, sosteniendo la Tradición católica cuando tantos huyen pretextando: “No, no es la verdadera Iglesia”, o “La Iglesia ha quedado sin Cabeza Visible”.

Es el testamento que ha dejado nuestro venerado Monseñor Marcel Lefebvre a sus verdaderos herederos.


Ver nuestra entrada LA PASIÓN DE LA IGLESIA

2/9/14

"NO TODAS LAS MISAS VÁLIDAS SON IGUALES"

NO ERA IGUAL EL SACRIFICIO QUE OFRECÍA CAÍN QUE EL QUE OFRECÍA SU HERMANO ABEL.

 

Publicado en FRATRES IN UNUM
Versión en portugués.

Confusão em massa*: porque nem todas as Missas válidas são iguais.


Por Robert J. Siscoe – The Remnant | Tradução: Alexandre Semedo – Fratres in Unum.com – Alguma vez você já se questionou sobre como responder àqueles que igualam a eficácia da Missa Tradicional e a do Novus Ordo, direcionando a discussão para o âmbito da validade de ambas? Tais pessoas afirmam que qualquer Missa válida é uma renovação do Sacrifício de Nosso Senhor no Calvário, cujo valor é infinito, e, então, concluem que, sendo a Missa válida, ela também é de valor infinito, e, portanto, sempre eficaz para aqueles que freqüentam. Eles podem até admitir que uma Missa celebrada escandalosamente terá um efeito negativo sobre a disposição subjetiva dos presentes, o que poderia, talvez, diminuir a quantidade de graça que recebem; mas insistirão (ou pelo menos implicarão) que nem os abusos litúrgicos, nem um indigno sacerdote, nem orações aguadas ou música profana, por si só, diminuirão a eficácia da Missa ou os frutos dela derivados. 

A resposta para a pergunta acima (como a Missa Tradicional é mais eficaz do que o Novus Ordo?) é encontrada na distinção entre o valor intrínseco e extrínseco da Missa. Antes de aprofundar este assunto, vamos relembrar os quatro fins da missa. O Catecismo de São Pio X os explica da seguinte forma:  

“O Sacrifício da Missa é oferecido a Deus por quatro finalidades: (1) para homenageá-lo corretamente, e por isso é chamado Latrêutico; (2) Para agradecer a Ele por Seus favores, e por isso é chamado Eucarístico; (3) Para aplacá-lo, dar-lhe a devida satisfação pelos nossos pecados, e para ajudar as almas do Purgatório, e por isso é chamado Propiciatório; (4) Para obter todas as graças necessárias para nós, e por isso é chamado Impetratório.” 

Valores intrínseco e extrínseco. 


Ao considerar a eficácia da Missa, devemos distinguir entre o valor intrínseco e o extrínseco. O valor intrínseco refere-se ao poder eficaz do próprio Sacrifício. Como a Missa é essencialmente idêntica ao Sacrifício de Cristo no Calvário, de valor infinito, o valor intrínseco de qualquer Missa é, em si, infinito. Em Fundamentals of Catholic Dogma, lemos: 

“O valor intrínseco da Missa, ou seja, sua dignidade peculiar e o poder eficaz intrínseco a ela (in actu primo) é infinito, devido à dignidade infinita do Dom do Sacrifício, e à dignidade infinita do Sacrificante primário”. (1) 

Com relação ao valor extrínseco da Missa, é preciso fazer uma distinção entre o valor extrínseco quanto a Deus (a quem ela é oferecida), e o valor extrínseco em relação ao homem (por quem ela é oferecida). Uma vez que Deus é um ser infinito, e, portanto, capaz de receber um ato infinito, a adoração (fim latrêutico) e a ação de graças (fim eucarístico) oferecidas a Deus em virtude do sacrifício são em si infinitas. (2) Mas, uma vez que o homem é uma criatura finita, incapaz de receber efeitos infinitos, os efeitos da Missa em relação ao homem – que são chamados de “os frutos da Missa” – são limitados. 

Em seu magnífico livro, The Holy Sacrifice of the Mass, o Padre Nicholas Gihr escreveu: “Se considerarmos o Sacrifício eucarístico em si … bem como os tesouros inescrutáveis ​​aí encerrados … perceberemos como a Santa Missa possui um valor absolutamente infinito” e, em seguida, um pouco mais adiante acrescentou: 

“Mas é diferente quando o Sacrifício Eucarístico é considerado em sua relação com o homem. A partir deste ponto de vista, a Missa tem como objetivo a aquisição de nossas salvação e santificação, e é, portanto, um meio de graça, ou melhor, uma fonte de graça, trazendo-nos as riquezas das bênçãos celestiais. (…) Os frutos que o Sacrifício da Missa nos obtém de Deus são apenas finitos, ou seja, limitados a um determinado número e a uma medida determinada… O Sacrifício da Missa, portanto, no que diz respeito ao homem, só pode ter uma eficácia restrita e em seus frutos é susceptível apenas de aplicação limitada. “(3)

O mesmo autor prossegue explicando que a eficácia limitada “não reside na essência ou o valor do Sacrifício, uma vez que este possui um poder infinito para produzir todos os efeitos”. Pelo contrário, “a razão última e decisiva da aplicação mais ou menos abundante das graças deste sacrifício é a vontade mesma de Cristo, em outras palavras, deve ser buscada na determinação positiva de Deus”. (4) Ele explica que, ainda que a própria Missa seja uma fonte infinita de graças, quando se trata de “distribuição de Seus dons, Deus requer a nossa cooperação”. (5) 

Os Frutos da Missa 


O fruto que deriva de uma determinada Missa a um indivíduo não se baseia apenas em sua piedade pessoal ou em sua devoção, que são apenas alguns dos fatores que determinam a quantidade de graça que se recebe. Há outros fatores também que têm um certo peso sobre a eficácia de uma determinada Missa, como a santidade do sacerdote, a glória externa dada a Deus pelo rito, e até mesmo a santidade geral da Igreja em seus membros numa determinada época. Estes fatores externos afetam a quantidade de graça que uma pessoa recebe, de tal forma que se pode obter mais fruto da assistência devota de uma determinada Missa do que de uma assistência igualmente devota, porém de uma Missa diferente. 

A santidade da Igreja 

 

Um fator determinante da eficácia da Missa é a santidade geral da Igreja em seus membros em um determinado momento histórico, incluindo a dos bispos e a do papa reinante. Em relação a este ponto, a velha Enciclopédia Católica diz que “a grandeza e a extensão deste serviço eclesiástico depende da maior ou menor santidade do papa reinante, dos bispos, do clero e de todo o mundo, e, por isso, em tempos de decadência eclesiástica e frouxidão moral (especialmente na corte papal e entre o episcopado) os frutos da Missa, resultantes da atividade sacrifical da Igreja, pode, em determinadas circunstâncias, ser muito pequeno “. (6) 
Em relação a este mesmo ponto, Pe. Gihr escreveu: “Mas uma vez que a santidade da Igreja consiste na santidade de seus membros, tal santidade não é sempre e invariavelmente a mesma, mas maior em um período do que em outro; portanto, o sacrifício da Igreja também é ora mais, ora menos agradável a Deus e proveitoso para o homem “. (7) 

Uma vez que este fator é baseado na condição moral da Igreja como um todo, ele terá um efeito igual em todas as Missas celebradas em um dado momento da história. Os próximos vários fatores, no entanto, são baseadas em circunstâncias específicas, que têm um efeito direto sobre a eficácia de Missas individualmente consideradas. 

O Sacerdote. 


Santo Tomás explicou que os frutos que derivam de uma determinada Missa se ​​baseiam, em parte, na santidade do sacerdote celebrante que intercede pelos fiéis, “e, neste sentido, não há dúvida de que a Missa é tanto mais frutífera quanto melhor for o sacerdote”. (8) 

A missa celebrada por um sacerdote irreverentemente indigno, ou pior ainda, por um que viola as rubricas, será menos eficaz e, portanto, produzirá menos frutos do que uma celebrada por um sacerdote santo, que a reza com devoção e que segue as rubricas com precisão. Assim, como o Pe. Gihr observou, “os fiéis são, desta forma, guiados por um são instinto quando preferem assistir a uma Missa, celebrada em suas intenções, por um sacerdote reto e santo, em vez de por um indigno…” (9) São Boaventura disse que “é mais lucrativo ouvir a missa de um bom sacerdote do que de um que seja indiferente “.

O Cardeal Bona ( + 1674) explicou este ponto desta forma: 

“Quanto mais santo e agradável a Deus um sacerdote é, tanto mais aceitáveis são as suas orações e oferendas; e, quanto maior a sua devoção, maior o benefício a ser obtido a partir de sua Missa. Pois, assim como outras obras boas realizadas por um homem piedoso ganham mérito em proporção ao zelo e devoção com que são realizadas, do mesmo modo a Santa Missa é mais ou menos rentável, tanto para o sacerdote que a diz quanto para as pessoas por quem é dita, conforme ela é celebrada com mais ou menos fervor”. 

O Rito. 


Outro fator determinante da eficácia de uma Missa é o grau de glória externa dada a Deus. Neste aspecto, nem todos os ritos são iguais; tampouco uma Missa rezada tem a mesma eficácia que uma Missa solene. Sobre este ponto, o Pe. Gihr escreveu:

“A Igreja não só oferece o Sacrifício, mas, além disso, une à sua oferta várias orações e cerimônias. Os ritos do Sacrifício são realizados em nome da Igreja e, portanto, fortemente movem Deus a transmitir Seus favores e a estender Sua generosidade para com os vivos e os mortos. Por causa da variedade das fórmulas da Missa, a eficácia impetratória do Sacrifício pode ser aumentada… também a natureza das orações da Missa (e até mesmo a natureza de todo o seu rito) exerce consequentemente uma influência sobre a medida e a natureza dos frutos do Sacrifício. Disto seguem várias conseqüências interessantes. Por exemplo, por parte da Igreja, uma missa solene celebrada tem maior valor e eficácia do que meramente uma Missa rezada (…) Em uma Missa Solene, seu aspecto é mais rico e mais brilhante do que em uma Missa rezada; pois uma celebração solene da Igreja, a fim de elevar a dignidade do sacrifício, manifesta maior pompa, e Deus é mais glorificado por ela. (…) Esta celebração maior e mais solene do sacrifício é mais agradável a Deus e, portanto, é pensada para melhor movê-lO a nos conceder, em Sua misericórdia, os favores que imploramos — ou seja, para conferir maior eficácia às petições e súplicas da Igreja. “(10) 

Mesmo a decora tem um efeito sobre os frutos da Missa, na medida em que contribui ou prejudica a glória externa de Deus. Como o Pe. Ripperger, FSSP, explicou em seu artigo sobre este tema: “Se usarmos objetos que não são apropriados à majestade e à natureza excelsa do Santo Sacrifício da Missa, nós podemos realmente diminuir seu mérito extrínseco. Coisas feias agradam menos a Deus e, portanto, têm méritos menores “. (11) 

O Novus Ordo Missae 


Se, como o Pe. Gihr observou acima, “a natureza das orações da Missa (e até mesmo a natureza de todo o seu rito)” têm um efeito sobre os frutos da Missa, isto não representa bom presságio para o Novus Ordo, que, para usar as palavras do Cardeal Ottaviani, “representa, tanto em seu todo quanto em seus detalhes, um surpreendente afastamento da teologia católica da Missa tal como foi formulada na Sessão XXII do Concílio de Trento”, e “tem todas as possibilidades de satisfazer o mais modernista dos protestantes “. (12) 

Quando consideramos o naufrágio litúrgico que é o Novus Ordo Missae e a maneira escandalosa em que a Missa é muitas vezes celebrada, é de se admirar que a Igreja esteja na condição em que está hoje? Recordemos as palavras estranhas e até mesmo sinistras utilizadas por Paulo VI quando ele introduziu a Missa Nova para o mundo em novembro de 1969. Em palavras que, sem dúvida, causaram ​​ansiedade a muitos, o Papa disse:

“Nós lhes pedimos, uma vez mais, que mudem suas mentes quanto ao novo rito da Missa. Este novo rito será introduzido em nossa celebração do Santo Sacrifício a partir de domingo próximo, que é o primeiro do Advento… uma mudança em uma venerável tradição que já dura séculos. Isso é algo que afeta o nosso patrimônio religioso hereditário, que parecia desfrutar do privilégio de ser intocável e definitivamente estabelecido… Esta alteração afetará as cerimônias da Missa. Devemos tomar consciência, talvez com algum sentimento de aborrecimento, que as cerimônias no altar já não serão realizadas com as mesmas palavras e gestos a que estávamos acostumados… Temos de nos preparar para um inconvenitente multifacetado. É o tipo de transtorno causado por cada novidade que irrompe em nossos hábitos. Devemos observar que pessoas piedosas são as mais perturbadas, porque elas têm sua própria maneira respeitável de ouvir missa, e vão se sentir abaladas em seus pensamentos habituais e obrigadas a seguir os dos outros. Mesmo sacerdotes podem sentir algum incômodo a esse respeito… Temos que nos preparar. Esta novidade não é pouca coisa. Não devemos deixar-nos surpreender pela natureza, ou mesmo o incômodo, das formas externas (da Missa)… Vamos perder uma grande parte de algo que é artística e espirirualmente estupendo e incomparável: o canto gregoriano. Temos motivos de fato para pesar, razão quase para espanto“. (13)

É, portanto, uma surpresa que uma Missa descrita pelo próprio Papa que a publicou como sendo um “inconvenitente multifacetado” e um “incômodo”, e que causaria “o sentimento de aborrecimento”, “arrependendimento” e “perplexidade”, tenha diminuído em muito valor extrínseco do rito, e, portanto, redundado em desastre para a Igreja? Quase 30 anos depois, o Cardeal Ratzinger escreveu: “Estou convencido de que a crise na Igreja que estamos vivendo hoje é, em grande medida, fruto da desintegração da liturgia.” (14) 

Muitas pessoas de pensamentos claros previram, desde o início, o desastre que resultaria do Novus Ordo. No exame crítico da Missa Nova (mais tarde conhecida como a Intervenção Ottaviani), que foi escrito por doze teólogos romanos e assinado pelos cardeais Ottaviani e Bacci (que o apresentaram a Paulo VI), lemos:

“Abandonar uma tradição litúrgica que por quatro séculos foi tanto o sinal e o penhor da unidade de culto, e substituí-la por outra (que não pode deixar de ser um sinal de divisão em virtude das inúmeras liberdades implicitamente nela autorizadas, e que está repleta de insinuações ou de erros manifestos contra a integridade da religião católica) é, sentimo-nos em consciência obrigados a proclamar, um erro incalculável”.

Eles observaram, ainda, que “tem sido sempre o caso de que, quando uma lei cuja intenção era proporcionar o bem dos indivíduos revela-se, pelo contrário, prejudicial, os súditos têm o direito, ou melhor, o dever, de pedir com confiança filial sua revogação”.
Infelizmente, a “lei” nunca foi revogada e a Igreja pagou o preço, como o próprio Cardeal Ratzinger observou em 1997. 

Conclusão 


O Catecismo de São Pio X explicou a diferença entre o Sacrifício do Calvário e do Sacrifício da Missa como se segue: “Na Cruz, Jesus Cristo ofereceu a si mesmo, derramando Seu sangue e adquirindo méritos para nós; enquanto que, em nossos altares, Ele se sacrifica sem derramamento de Seu sangue, e aplica em nosso favor os frutos da Sua paixão e morte.” Mas, como vimos, os frutos da Missa (os méritos aplicados a nós na Missa) são finitos em sua aplicação e dependem de muitos fatores: a santidade do sacerdote e a maneira em que ele diz a Missa terão um efeito sobre os frutos dela; o rito e até mesmo a decora terão um efeito sobre a quantidade de graças que se recebe, uma vez que quanto maior for a solenidade, a beleza e a grandeza da celebração, maior será a glória dada a Deus e, consequentemente, maiores serão as graças que Ele derrama sobre aqueles que assistem. 
Por essa razão, vale a pena o esforço extra para participar da Missa Tradicional, que Pe. Faber chamava de “a coisa mais linda deste lado do céu”, e evitar, a todo custo, o Novus Ordo Missae, a que o próprio Cardeal Ratzinger referiu como “uma invenção, um produto banal do instante”. (15)

* O título do artigo em inglês, Mass Confusion: Why All Valid Masses Are Not Equal, faz um trocadilho com o termo “Mass”, que em inglês significa Missa, para significar também uma “grande confusão”, ou “confusão em massa”, como traduzimos acima.

 

 

ES LO ABERRANTE QUE SE QUIERE IMPONER, Y QUE LA PACATERÍA DE NUESTROS OBISPOS NO PODRÁ IMPEDIR

LA PERSECUCIÓN YA HA COMENZADO.



Publicado en VERDAD EN LIBERTAD




 

BAJO EL ARGUMENTO DE LA "NO DISCRIMINACIÓN".  

 

Quien defienda públicamente el matrimonio entre hombre y mujer en Costa Rica podría ir a la cárcel










RESUMEN VenL. Costa Rica podría criminalizar a quienes defienden el matrimonio entre hombre y mujer. Es lo que cabe interpretar del proyecto de ley 19.062 llamado "Ley para combatir la discriminación, la incitación al odio y la apología del odio" impulsada por el Frente Amplio, actualmente en discusión en la Comisión Permanente Especial de Derechos Humanos de la Asamblea Legislativa. Endurece las penas por discriminación y las amplía a razones de identidad sexual. Poner en cuestión el matrimonio entre personas del mismo sexo podría merecer sanción penal. El "delito" está penado con cárcel de 1 a 3 años, pago de multa, bloqueo de webs, trabajos comunitarios, retractación pública y programas de reeducación y sensibilización. De aprobarse esta ley convertiría a Costa Rica en un territorio sin libertad de expresión ni libertad religiosa. El proyecto de ley no sólo sanciona los actos personales sino también los comunitarios, los realizados por organizaciones o instituciones.

LA PACATERÍA DEL EPISCOPADO COLOMBIANO

LAS ABERRACIONES SE EVITAN CON FIRMEZA.

 

LO QUE SE ESPERA DE LOS OBISPOS ES QUE RESPONDAN DE TAL MANERA COMO PASTORES DE SU GREY.

 

PERO HAY QUIENES  PREFIEREN LA ARGUMENTACIÓN DÉBIL, ÉSA QUE SE APOYA EN LOS "DERECHOS DEL NIÑO" Y CONDUCE IRREMEDIABLEMENTE A LOS MALES QUE YA VIVE LA ARGENTINA CON SUS ENORMES CONCESIONES A LA IDEOLOGÍA DE GÉNERO.

 



Publicado en EL TIEMPO
Hemos mantenido los enlaces originales.




Cara a cara entre Iglesia católica y homosexuales

Colombia Diversa dice que fallo de Corte es histórico y que abre las puertas a la adopción general.


Luis Augusto Castro, presidente de la Conferencia Episcopal de Colombia y Mauricio Albarracín, director de Colombia Diversa.
Foto: Archivo / EL TIEMPO
Luis Augusto Castro, presidente de la Conferencia Episcopal de Colombia y Mauricio Albarracín, director de Colombia Diversa.

 

‘Es tiempo de que la Corte reflexione’: presidente de la Conferencia Episcopal

Luis Augusto Castro
Presidente de la Conferencia Episcopal de Colombia
¿Qué implica la decisión de la Corte?
La decisión me pareció sensata. Es la mamá de su hijo natural.
¿Puede esta decisión abrirles el camino a parejas del mismo sexo para la adopción en general?
Esa es otra cosa. En este caso le hago un llamado a la Corte para que tenga siempre por encima los derechos de los niños. Tenemos la tendencia a favorecer a los adultos en sus deseos, pero también hay que ver los derechos de los niños; ellos necesitan su figura paterna y su figura materna. Ese es el derecho normal de las cosas. Considero que se debe propender hacia los derechos de los niños, y deben ser adoptados por papá y mamá. (Lea también: La familia que ganó el pulso en la Corte).
¿La decisión protege los derechos de los niños o los de las parejas?
Para la persona es un deseo, pero para el niño es un derecho fundamental tener figura paterna y materna, y uno espera que se privilegien los derechos de los niños. Es tiempo de que la Corte reflexione y no se deje llevar por la ley del más fuerte.
¿Cómo ve ese escenario de la crianza de un niño con dos papás?
Espero que ese escenario de hijos con dos papás o dos mamás no se abra. Me parece que eso le podría causar mucho sufrimiento a un niño. Imagínese en el colegio cómo lo van a molestar. Las figuras materna y paterna son definitivas para el futuro de un niño.
¿Se podría pensar que lo que viene es el matrimonio igualitario?
No me hago la idea de que eso va a suceder, ni de que se van a permitir las adopciones a parejas del mismo sexo. Si la Corte llega a permitirlo, hay que decir que sería lamentable desde nuestro punto de vista. Es un choque de valores, un conflicto, y hay que propender a darles el beneficio a los niños.


‘La crianza de los hijos es la misma’: director de Colombia Diversa

Mauricio Albarracín
Director de Colombia Diversa
¿Qué implica la decisión de la Corte?
Es una decisión histórica. Esto demuestra que la Corte reconoce a la familia sin discriminación. La orientación sexual no puede ser un impedimento para que un padre o una madre adopten.
¿Puede esta decisión abrirles el camino a parejas del mismo sexo para la adopción en general?
Si uno sigue la jurisprudencia de la Corte, las parejas del mismo sexo son compañeros permanentes. Además, son una familia. A eso se suma que la orientación sexual no es un impedimento para adoptar. Si la Corte Constitucional es seria y sigue su propio precedente, va a garantizar la igualdad total.
¿La decisión protege los derechos de los niños o de las parejas?
Esta decisión de la Corte protege a los niños. Lo que pasa con los que se oponen a esta situación es que están pensando hacia el futuro, en familias imaginarias. No, estas familias son de verdad, como la de Ana y Verónica, que tienen problemas derivados de la discriminación que produce el Estado. No podemos seguir con la hipocresía de que protegemos a los homosexuales, pero denigramos a sus parejas, familias e hijos. Tenemos que dignificarlos.
¿Cómo ve ese escenario de la crianza de un niño con dos papás?
La crianza es igual que la de parejas heterosexuales. Toda la evidencia científica seria demuestra que los hijos de parejas del mismo sexo son exactamente iguales.
¿Se podría pensar que lo que viene es el matrimonio igualitario?
Lo primero es garantizar que cada niño esté completamente protegido. También vamos a trabajar por la igualdad de todas las parejas frente al matrimonio y a todos los derechos y obligaciones.

¡¡NO LO OLVIDE!!



LOS MARTES REZAMOS LOS MISTERIOS DOLOROSOS DEL ROSARIO PIDIENDO A LA SANTÍSIMA VIRGEN POR LOS QUE DESERTARON.

QUE EL SEÑOR LES DÉ LA GRACIA DE VOLVER A LA HUELLA DE LA VERDADERA TRADICIÓN CATÓLICA.

RECEMOS, EN PARTICULAR, POR MONSEÑOR RICHARD WILLIAMSON, PARA QUE PUEDA ESCAPAR A LA TENTACIÓN QUE LO HA LLEVADO FUERA DE LA FRATERNIDAD SAN PÍO X, DENTRO DE LA CUAL FUE CONSAGRADO PARA SERVIR.

1/9/14

EL EPISCOPADO COLOMBIANO APOYA EL SINCRETISMO RELIGIOSO

EN SU PÁGINA OFICIAL, ACOGE Y CELEBRA A UN PSEUDO TEÓLOGO, CUYA OBRA PROLOGA OTRO JESUÍTA DE ANTOLOGÍA.


Publicado en CEC


“El futuro de la humanidad es el diálogo”: Prof. Victorino Pérez Prieto


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El mundo es plural y diverso en culturas, lenguas, razas y cosmovisiones. En ese contexto la religión debe ser capaz de ponerse en actitud de diálogo para comprenderse a sí misma desde la mirada hacia el otro. Este fue el núcleo central de la conversación que sostuvimos con el profesor Victorino Pérez Prieto, que por estos días está en Bogotá dictando un curso sobre diálogo interreligioso.

Durante la jornada de este lunes 25 de agosto en instalaciones del episcopado, el académico de la Universidad de Santiago de Compostela (España), hizo la presentación de su libro "La búsqueda de la armonía en la diversidad. El diálogo ecuménico e interreligioso a partir del Concilio Vaticano II".

El profesor Victorino Pérez ha dicho que el diálogo interreligioso es indispensable porque es sinónimo de paz, no sólo entre las sociedades sino entre las religiones. En este sentido explicó que existen dos niveles; uno es de la tolerancia, donde aceptamos al otro y sus opiniones y el otro nivel es el de el diálogo que se interesa por escuchar y ser escuchado.

Al ser consultado acerca de las enseñanza que ha dejado el Concilio Vaticano II al diálogo interreligioso comentó que fue "absolutamente fundamental" debido a que la Iglesia "abrió sus ventanas" hacia el otro. "Fue un concilio que no nació contra los de afuera, sino a favor del diálogo. Se habló del diálogo intercultural, las lenguas, y sobre todo el diálogo ecuménico e interreligioso que fue una novedad absoluta, a pesar de que ya antes se estaba reflexionando sobre esta necesidad."

Afirmó que si existe dificultad en el diálogo ecuménico, en el interreligioso hay más dificultad. A pesar de estas dificultad, destacó que en el diálogo interreligioso hay muchos puntos de encuentro, así por ejemplo citó el diálogo de los cristianos con la religión budista o los encuentros de Asís.

Al referirse a los aportes que el diálogo interreligioso ofrece a la búsqueda de la paz en nuestro país, afirmó que los elementos fundamentales son la justicia y el mismo diálogo.

"El Diálogo interreligioso nos enseña que sólo podemos construir una sociedad plural, con futuro desde el diálogo. Diálogo significa bajarse para hablar de frente y no desde arriba. Todos deben dejar sus armas y sus símbolos. Somos un grupo de hermanos que vamos a reconocer nuestros errores y vamos a construir una paz con justicia. Vamos a pedir perdón a las víctimas y una aceptación de ese perdón. El mal ya está hecho, solo hay futuro caminando juntos, retribuyendo en justicia lo que se le ha quitado. El diálogo significa yo no puedo construir el futuro desde los míos, debo construirlo con los otros."



Publicado en REDES CRISTIANAS

Prólogo a su obra: “La búsqueda de la armonía en la diversidad. El diálogo ecuménico e interreligioso desde el Concilio Vaticano II”



PRÓLOGO
Javier Melloni, SJ

El diálogo interreligioso ya no es novedad y, sin embargo, apenas ha sido iniciado; ya no tiene el atractivo de lo nuevo y, sin embargo, es un territorio virgen todavía por explorar. El haberlo tan sólo comenzado a recorrer ha mostrado lo complejo de lo que está en juego: conjugar la fidelidad a la propia tradición y, a la vez, abrirse al misterio de Dios, del ser humano y del mundo a partir de lo que se vive en otras tradiciones. Esta difícil articulación es la que se propone en este libro.
Su autor, el teólogo Victorino Pérez, ha profundizado en estas aguas oscuras y profundas, aunque también claras y transparentes, con su lucidez personal y por medio de Raimon Panikkar, con un doctorado en teología y otro en filosofía sobre su obra. Por ello lo cita con profusión; pero no sólo a él. Una de las aportaciones de este libro es la amplitud de autores y referencias que tiene en cuenta.

Estamos ante una presentación que articula diversas perspectivas: teológica, filosófica, epistemológica, y también sociológica y antropológica. Todo ello brota de una convicción fundamental: que la realidad está constituida por múltiples factores y perspectivas. “El pluralismo es la curación de la absolutización, esto es, de la idolatría. Es el reconocimiento de la relatividad y la belleza extraordinaria de todas las tradiciones”, dice Raimon Panikkar en una de las citas tan pertinentemente elegidas por el autor. El fenómeno de la pluralidad es un elemento constitutivo de nuestro modo de estar en el mundo.

Me permito indicar cinco aportaciones de la presenta obra. La primera es la que acabo de mencionar: la amplitud de ámbitos que aparecen. El libro impulsa al diálogo no sólo ecuménico e interreligioso, sino también con los pobres, de género y ecológico, es decir, invita a escuchar y dejar hablar a los no escuchados, con la certeza de que la diversidad tiene que incluir a todos los ámbitos.

El libro comienza abordando los dos diálogos que se explicitan en el título: el diálogo ecuménico e interreligioso. Se ha dicho que primero hemos de arreglar los asuntos de casa y luego hablar con los de fuera. No lo creo, y Victorino Pérez tampoco. Son diálogos simultáneos que brotan de la misma fuente y requieren la misma actitud. No sólo porque si hemos de esperar a unirnos las iglesias cristianas para salir al encuentro de las demás tradiciones el diálogo con ellas se pospondrá por siglos o milenios, sino porque se trata de la misma actitud: dar cabida al otro desde el comienzo como parte de mi propia verdad. Nos necesitamos mutuamente desde el comienzo para avanzar en la tarea de ser humanos.

La segunda aportación consiste en ofrecer una perspectiva histórica que se remonta hasta el Concilio Vaticano II. Pero el autor no se limita a ello, sino que muestra el avance que supuso respecto a posiciones anteriores. Pío IX, a finales del s.XIX, escribió sobre “esa impía y nociva idea de que el camino de la salvación eterna puede encontrarse en cualquier religión” (Singulari Quadam) y Pío XI (papa entre 1922 y 1939) prohibió a los católicos participar en el movimiento ecuménico en su encíclica Mortalium animus. El libro muestra cómo el diálogo ecuménico se fue abriendo al diálogo interreligioso y cómo el Decreto conciliar Nostra Aetate avanza por círculos concéntricos desde las religiones abrahámicas hasta las orientales. El recorrido es ineludible: de lo conocido hacia lo desconocido. Así crecemos los humanos: sólo somos capaces de amar lo que conocemos a la vez que sólo amando llegamos a conocer.

La tercera aportación consiste en que el autor fundamenta teológicamente el pluralismo no sólo hablando sobre otras doctrinas, sino desde las otras doctrinas, es decir, utilizando su terminología. Para ello introduce un concepto propio de las tradiciones orientales: la no-dualidad. Muestra cómo en el hinduismo, la unidad no-dual de la Realidad viene manifestada en el dharma u orden cósmico universal, que atañe a todas las religiones, a todos los seres humanos y al cosmos. Este orden se expresa sobre todo con el principio ŗtá -de donde procede el término rito-, el cual rige el orden cósmico y sagrado que armoniza a todos los seres. Ningún ser se identifica con otro, pero tampoco está separado de los otros. Todo está íntimamente unido.

En el taoísmo, la no-dualidad viene expresada en el mismo concepto de Tao, “Vía”, “Curso” sinónimo de Sentido, Ser, Yo verdadero. El Tao es lo Absoluto no mostrado, en estado no-dual en el que no existe el sujeto-objeto. Lo mostrado es relativo; a través de la conciencia podemos ir llegando a él: “El camino del No-ser lleva a contemplar la maravillosa esencia, la del Ser” (Tao te King I). Pero sobre todo el buddhismo es la tradición filosófica y religiosa que más ha desarrollado la noción de no-dualidad como interdependencia a través del concepto de pratatyasamutpada, la relatividad de toda la realidad. Todo está interrelacionado y nada existe aislado.

Esta expresión sánscrita se traduce habitualmente como “originación codependiente” u “origen condicionado”. En palabras sencillas del Budhha: “Hay esto, por eso hay aquello; si no hay esto tampoco hay aquello”. Panikkar lo traduce como “la relatividad radical y constitutiva de todo, la concatenación universal de todas las cosas”. Victorino muestra muy bien que también en la mística cristiana hallamos la percepción no-dual, así como fundamenta teológicamente la raíz del pluralismo a partir de revelación de Dios como Trinidad, como pura relación de amor sin substancia: Dios es un yo, un tú y un él, que se intercambian en la perichôrêsis trinitaria de modo inefablemente amoroso.

La cuarta aportación de esta obra consiste en la referencia a una amplia cascada de autores que durante las últimas décadas han trabajado sobre esta cuestión. Aparecen nombres venidos de lejos: Thomas Merton, Henri Le Saux, John Hick, Paul F. Knitter, Michael Amaladoss, Jacques Dupuis, Hans Küng, Christian Duquoc, Aloysius Pieris o Tissa Balasuriya, y nombres provenientes de cerca: Juan José Tamayo, Joan Bosch, Andrés Torres Queiruga, J.Mª Vigil, Ana Mª Schlüter, Xavier Pikaza, Juan Masiá, Jaume Flaquer, etc. Con ello Victorino Pérez muestra que el pensamiento teológico madura gracias a una comunidad de escritores y de lectores. Conjuntamente avanzamos en este abrirnos a Dios que expresa en las diferentes lenguas religiosas y aprendemos a reconocer un solo Fuego en diversidad de llamas.

Por último, el autor comparte su propia profesión de fe: se confiesa cristiano pero radicalmente abierto a la alteridad y a la pluralidad. Habiendo dedicado unas substanciosas páginas al plurilingüismo religioso, expresa que “una experiencia, cuando es auténtica, no reduce la una a la otra, sino que se vive en una tensión dinámica y fecunda. No se trata de crear una ‘tercera identidad’ religiosa superior, sino de favorecer un flujo de diálogo, que hoy es más necesario que nunca”. El autor concluye con estas esperanzadoras palabras: “Lo que algunos han tomado como fin de las religiones puede convertirse en principio de un nuevo despertar y encuentro realmente inter/intrarreligioso que suponga un salto cualitativo en la humanidad. El mundo del siglo XXI será místico, ecologista y empapado en un profundo diálogo interreligioso, o no será”.

En definitiva, el propósito del libro cumple sobradamente su objetivo y lo convierte en una lectura indispensable, mostrando que lo que para la teología académica puede resultar un bloqueo, se resuelve y enriquece con otras perspectivas: la inclusión de los pobres, cuya solicitud inmediata a la vida abre a verdades fundamentales universalmente compartidas; la escucha de la sensibilidad femenina con su otro modo de abordar la vivencia religiosa con planteamientos menos abstractos y más flexibles; el cuidado de la naturaleza como un lugar común de encuentro y de experiencia de lo sagrado; la posibilidad de aprender otros lenguajes espirituales mediante prácticas oracionales o meditativas que proceden de otras tradiciones. Todo ello hace que tanto el autor de esta obra como el autor de este prólogo podamos esperar que “la cacofonía actual pueda ser convertida en una sinfonía futura”, tal como lo formuló Raimon Panikkar, maestro de ambos.


29/8/14

TENDREMOS NUESTRA CASA DE RETIROS ESPIRITUALES EN EL DISTRITO AMÉRICA DEL SUR


Publicado en FSSPX Sudamérica


BENDICIÓN DE LA PRIMERA PIEDRA
DE LA CASA “PADRE PÍO”
El pasado viernes 22 de agosto,
en la fiesta del Corazón Inmaculado de María,
Monseñor Bernard Fellay bendijo la primera piedra
de la Casa de ejercicios espirituales “Padre Pío”.
 




La primera piedra de la Casa de ejercicios espirituales
“Padre Pío de Pietrelcina”.





El Padre Mario Trejo, Superior del Distrito, agradece
la presencia del Superior General Mons. Bernard Fellay.





Antes de la bendición de la primera piedra,
los niños de la escuela del Niño Jesús
cantan un himno a la Santísima Virgen.





El Superior General explica cuál es el significado de la ceremonia…




…y bendice luega la piedra fundamental.




Mientras los albaniles colocan la piedra en su lugar…




…y niños entonan el cántico “A Dios queremos”.




La piedra fundamental ya está colocada…




…ahora sólo falta terminar la construcción.

LA SANTA MISA TRADICIONAL CELEBRADA EN LA BASÍLICA DE SAN PEDRO


Publicado en LA PORTE LATINE

Original en francés

 

Messe dans la Basilique St-Pierre de Rome, chapelle saint Pie X,
le 9 août 2014 par l'abbé Michel de Sivry, prêtre de la FSSPX



VIDEO


A l'occasion du pèlerinage à Rome de la paroisse Saint-Martin-des-Gaules de Noisy-le-Grand, nous avons eu l'immense joie de pouvoir assister à la Sainte Messe dans la chapelle où repose le corps de Saint Pie X, notre saint patron dans la basilique Saint Pierre.

Cette vidéo réalisée pour La Porte Latine, le site officiel du district de France de la FSSPX, donne l'intégralité de cette cérémonie.

On suivra surtout les gestes du prêtre, M. l'abbé Michel de Sivry, filmés de près, et tels que les fidèles ne les voient jamais, et on sera frappé de l'immense respect pour les Saintes Espèces dans le rite traditionnel.



MUY RECOMENDABLE

UN LIBRO QUE ES MUCHO MÁS QUE ESO.

UNA OBRA QUE TRATA CON SERIEDAD, SOBRIEDAD Y FIDELIDAD LA PRESENCIA DE NUESTRA SEÑORA SANTÍSIMA EN LOS EVANGELIOS.

NO BUSQUEMOS EN ELLA LO AFECTIVO PRÁCTICO A QUE NOS TIENEN ACOSTUMBRADOS QUIENES CULTIVAN LA DEVOTIO MODERNA.

NO LO HALLAREMOS.

BUSQUEMOS EN ELLA A ESA MUJER POR MEDIO DE LA CUAL VIENE A NOSOTROS LA REDENCIÓN; POR MEDIO DE LA CUAL EL SEÑOR PONE A NUESTRO ALCANCE INNÚMERAS GRACIAS.

ES LA MADRE DEL VERBO ENCARNADO. 

ES NUESTRA MADRE.